Diana
Tinha acabado
de chegar a casa e como previa a mesma estava vazia, os meus pais estavam a
trabalhar, mas vinham almoçar a casa, por isso seria a altura perfeita para
lhes contar que iria regressar a Madrid. Vou para o meu quarto com a intenção
de começar a refazer as malas, antes disso ainda ponho música e fico a
cantarolar.
Yellow
diamonds in the light (Diamantes amarelos na luz)
And
we're standing side by side (E nós estamos lado a
lado)
As
your shadow crosses mine (Quando a sua sombra
cruza a minha)
What
it takes to come alive (é o que basta para que eu ganhe
vida)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
Shine
a light through an open door (Brilha uma luz através
de uma porta aberta)
Love
and life I will divide (Separarei amor e vida)
Turn
away cause I need you more (Volta pois eu preciso mais
de ti)
Feel the heartbeat in my mind (Sinto o coração a bater na minha cabeça)
It's the way I'm feeling I just can't deny (É não posso negar como me sinto)
But I've gotta let it go (Mas preciso deixar pra lá)
We found love in a hopeless place (Encontramos amor num lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
Yellow
diamonds in the light (Diamantes amarelos na luz)
And
we're standing side by side (E nós estamos lado a
lado)
As your
shadow crosses mine (Quando a sua sombra cruza a minha)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
We
found love in a hopeless place (Encontramos amor num
lugar sem esperança)
Cantarolava e
dança ao mesmo tempo que punha a roupa na mala. Tudo isto ainda me parecia um sonho! Perdi-me em
pensamentos sobre o Sílvio, ou melhor sobre o meu namorado! NAMORADO! Estava
mesmo feliz! Despertei dos meus pensamentos com o som da campainha. Era a minha
Laura que estava à porta da minha casa.
- Olá! Amiga mais linda deste mundo – a
minha voz e boa disposição espelhavam o que me ia no coração
- Bem eu vinha ver como tu estavas, mas nem é
necessário perguntar que já vi que estas muito bem-disposta! – comentou
entrando para a sala
- Sim! I’am HAPPY! – Laura apenas se ri
- O que é que se passou para estares assim tão feliz? – perguntou
curiosa
- Vou para Madrid!
- Para Madrid? – pergunta muito admirada
– está a escapar-me alguma coisa, tu
vens para Portugal para fugires do Sílvio e agora vais voltar para Madrid?
- Eu e o Sílvio namoramos! - revelei
- O quê? Repete que eu não devo ter ouvido
bem – pediu incrédula
- Eu e o Sílvio namoramos! - repeti
- ÁÁÁ – grita de alegria – não posso! Como é que isso aconteceu?
- Hoje de manhã fui apanhar umas ondas e
quando já me vinha embora aparece o Sílvio tipo ele veio de Madrid só para
falar comigo, tentar entender as minha atitudes e assim, foi bué querido! –
disse relembrando o momento
- Ohhhh
- Depois ele declarou-se, e isso serviu para
me abrir os olhos e chegar à conclusão que ao afastar-me dele sofria mais que
se estivesse junto dele, por isso juntei-me a ele.
- E as tuas incertezas e dúvidas todas? E
depois do verão?
- O futuro a Deus pertence, na altura logo se
vê o que é que vamos fazer, mas quem não arisca não petisca! – disse a
sorrir
- É assim mesmo! Estou mesmo feliz por se
terem entendido, já não te conseguia aturar, “ai eu gosto dele”, “ai mas eu não
posso” – risse e eu mando-lhe uma almofada
- Que parva!
- Tou mesmo feliz por vocês!
- Também eu - sorrindo
A Laura
ajudou-me a acabar de fazer as malas e
já em cima da hora de almoço, foi embora pois os meus pais já tinham chegado a
casa e eu tinha de ter uma conversa séria com eles.
Já estávamos na cozinha a almoçar
quando comecei a falar com eles. Sempre falei abertamente de tudo com os meus
pais, mas confesso que mesmo assim estava algo nervosa.
- Tenho uma novidade para vos contar mas nem sei bem por onde começar –
admiti, chamado a atenção aos meus pais
- Deves começar pelo início, mas se bem que a mãe já faz uma mínima ideia
do que tens para nos contar!
- Pois – disse um pouco atrapalhada coçando a cabeça – Pelo inicio: conheci uma pessoa de que
gosto muito em Madrid, muito mesmo – salientei – Então começamos a namorar, por isso eu queria perguntar-vos se podia ir
de novo para Madrid, aproveitando o resto das férias com essa pessoa –
pronunciava receosa
-
E essa pessoa tem nome?
Ou melhor esse namorado – perguntou
o meu pai. Ele como qualquer pai não gostava muito que a sua menina já andasse
para ai a namorar, embora não o admitisse eu sabia-o, mas no entanto sempre me
apoiou, até porque ele próprio se dava, ou melhor se deu, muito bem com o meu
ex-namorado
- Chama-se Sílvio! – contei envergonhada – Ele é português mas vive em Madrid. Conheci-o através do Tomás, e desde
hoje que namoramos. Eu gosto mesmo dele - confessava
- Vê-se! – brincou a minha mãe
- Oh mãe não me envergonhe! – pedi envergonhada
- Não filha, agora falando a sério, a mãe já tinha reparado que esse
estado de humor estava relacionado com um rapaz. E também já deu para perceber
que esse Sílvio conquistou o coração da nossa menina. Sempre foste responsável
e acho, aliás achamos, porque a opinião é compartilhada com o pai, que já tens
idade suficiente para saberes aquilo que queres, se sentes que gostas mesmo do
rapaz e que queres ir ter com ele, não será do meu lado que irás ter oposição…
- Nem do meu! – confirmou o meu pai. Um sorriso surgiu no meu rosto.
Mas eu sabia que a conversa ainda não tinha acabado.
- Mas já sabes tens de ter muito juizinho, nós confiamos em ti por isso
não nos desiludas e não nos faças arrepender da nossa decisão! – avisou a
minha mãe
- Sim podem confiar em mim. Eu prometo que não vos desiludo e que venho
visitar os melhores pais de mundo de vez em quando!
- De vez em quando? Já viste Ricardo? De vez em quando! Agora fomos
trocados por um rapaz que levou o coração da nossa menina!
- Eu já não sou uma menina! E haverá sempre espaço para os meus pais no
meu coração, nenhum homem, por muito que eu o ame, nunca vos vais tirar esse
espaço, porque as únicas pessoas que vão ser internamente minhas serão a mulher
da minha vida – disse olhado para a minha mãe – e o Homemzão – como eu tratava o meu pai – da minha vida! – pronunciei um pouco emocionada
- Como a nossa menina cresceu! – comentou o meu pai também
emocionado. Poucas vezes vi o meu pai chorar, mas neste momento os seus olhos
brilhavam e muito!
Continuamos o almoço a falar no
mesmo assunto, onde ainda lhes respondi a mais algumas perguntas que eles me
fizeram e contei um pouco da minha história com o Sílvio.
***
Sílvio
Era inevitável não ir a sorrir
enquanto conduzia, embora não fosse muito longe, cerca de uns 45km da casa da
minha princesa até Lisboa. Estacionei o carro à porta da casa da minha mãe e
entrei no lugar que me viu crescer, ainda tinha as chaves. Só aquele cheiro,
dava-me uma nostalgia dos bons momentos que passei ali, mas também dos maus.
Mas era aqui que me sentia em casa…
- Olá mãe! – surpreendia-a abraçando-a por trás
Já tinha saudades da minha progenitora,
há cerca de um mês que já não estava com ela. A minha mãe era a grande
referência da minha vida, como o meu pai morreu quando eu ainda era um
rapazinho, fui criado praticamente por ela, assumindo ela o papel de mãe e pai,
uma super mãe, apesar de ter no meu tio paterno um segundo pai. Mas era
diferente, a minha mãe tinha sido incansável para mim e para os meus irmãos,
criar três rapazes sozinha não foi tarefa fácil, por isso sentia um orgulho
tremendo nela e como éramos muito próximos sentia sempre saudades dela.
- Oh meu filho! – disse surpreendida virando-se para mim e
abraçando-me
Nada como um abraço saudoso e
reconfortante da minha mãe para este dia se tornar ainda mais perfeito!
- A que se deve esta repentina visita? – perguntou pondo fim ao nosso
abraço
Expressei-me da única maneira que eu
utilizava hoje, com um sorriso!
- Que sorriso é esse Sílvio Manuel? – que mania que as mães tem de
nos tratar pelo segundo nome!
- É a razão pela qual eu estou aqui!
- Presumo que essa felicidade toda tem alguma coisa a ver com mulheres?
– associou perspicaz, a minha mãe conhecia-me como ninguém
- Não tem a ver com mulheres! Têm a ver com a mulher – dei ênfase à
palavras “a”
- Conta-me lá essa história! – pediu a minha mãe encaminhando-se para
o sofá da nossa sala. O mesmo onde eu tantas vezes adormeci no seu colo a ouvir
histórias e a procurar um consolo que atenua-se a dor que sentia.
- A mãe lembra-se daquela rapariga que eu lhe falei aqui há uns dias,
enquanto falávamos por telefone?
- Sim! Aquela por quem estás completamente apaixonado!?
- Sim, eu vim a Portugal resolver as coisas entre nós, acabei por
conseguir e agora namoramos! O que é que a mãe acha? – para mim era sempre
importante a sua opinião
- Acho que estás feliz e isso é que interessa! Eu quero é ver os meus
filhos felizes e se essa rapariga te deixa assim tão feliz eu só tenho de
aprovar e incentivar a vossa relação! – disse. Não resisti e dei um grande
beijo à minha mãe
- Obrigado, é muito importante para mim que a mãe me apõe!
- Oh meu filho se tu estás feliz com essa rapariga eu tenho é de apoiar,
mas eu quero conhecer a minha nova nora!
- Pois! – disse um bocado atrapalhado – se calhar ainda é um bocadinho cedo para a conhecer, mas terei todo o
gosto em apresenta-las e tenho a certeza que a mãe vai gostar muito dela! –
disse convicto
- Mas conta-me coisas sobre ela! Como se chama?
Ainda passei algumas horas com a
minha mãe a matar as saudades, a falar da Didi e a saber como corriam as coisas
por aqui. Já a meio da tarde despedi-me da minha mãe e fui buscar a minha
princesa, pois uma longa viagem até Madrid esperava-nos.
Minutos depois já estava à porta da
casa da minha princesa, confesso que já sentia saudades suas apesar de termos
estado apenas algumas horas separados. Liguei-lhe e informei-lhe que já estava
à porta da sua casa, à sua espera. Ela vem ter comigo e estava simplesmente
linda como sempre!
- Olá amor! – saúda-me antes de os nossos lábios de juntarem de novo
- Olá princesa! Estás tão linda! – disse fazendo-a corar. Era impressionante,
a minha princesa corava sempre que eu lhe fazia um elogio, acha imensa graça,
até porque ela ficava tão fofinha com as bochechas rosadas – Vais corar sempre que te fizer elogios?
– perguntei metendo-me com ela
- Não consigo evitar! – admitiu – Olha porquê que me ligas-te? Podias ter entrado!
- Os teus pais não estão em casa? – perguntei, pois tinha sido esse o
motivo que me fez ligar, em vez de ter tocado à campainha.
- Estavas com medo dos meus pais amor? – perguntou-me sorrindo
- Não era isso, mas era um bocado incomodo tocar à campainha e dar logo
de caras com os teus pais! O que é que eu dizia? “Boa tarde, vim buscar a vossa
filha para levá-la para Madrid?” – a Didi ria-se as gargalhadas
- És tão tontinho amor! Mas os meus pais não estão em casa, por isso
podes entrar na boa, vá anda ajudar-me a trazer as malas! – pediu
puxando-me pelo braço até ao interior da sua casa.
Fiquei a conhecer o lugar onde a
minha princesa mora, para depois pegar nas suas malas e voltar à cidade que viu
o nosso amor nascer.
Olá!
Como sempre espero que tenham gostado do capítulo e que comentem, desculpem a demora mas ando sem tempo para escrever e a inspiração também não ajuda!
Criei uma página no facebook exclusivamente para estar mais próxima de vocês. Quem quiser é só enviar-me um pedido de amizade :)
Aproveito também para divulgar uma fic de uma seguidora minha. My Cute World http://my-cute-12.blogspot.pt/ Deêm uma olhadela porque vale a pena ;)
Beijinhos
Didi Martins


Olá!
ResponderEliminarObviamente que gostei! De capitulos fofinhos em gosto sempre! E entao ver o consentimento dos papás é sempre tão giro xD
Agora só adivinho coisas boas para o futuro deste casal!
Que venha o proximo!
Beijo
Ana
Olá Didi :D
ResponderEliminarAdorei capítulo!
Eles ficam tão fofinhos juntos :p
Espero que fiquem assim por muito tempo!
Quero mais
Beijinhos
Ritááá xD
Olá!
ResponderEliminarAu não tens noção do quanto gostei deste capiutlo!
ADOREI MESMO!!!
Tão fofinho *.*
Quero o próximo e rápido sff!
Beijinhos
Rita
Olá :D
ResponderEliminarAMEI, o capítulo está tão fofinho *.*
Ainda bem que a Didi deixou os medos de lado o Silvio merecia que ela admitisse o que sente por ele, já era tempo para isso.
Quero tanto o proximo capitulo, sff
Beijinhos
Beatriz